N esse ser admirado
U m pedacinho
N um lugar guardadinho
O tesouro de um menino
F oi criança quando pequeno
E quando homem virou
R esolveu não deixar de brincar
R elembrando todas as artes de menino
E le trabalhou como o tamanho lhe pedia
I a feliz, dia e noite
R ua acima, rua abaixo
A rquitetando toda a cidade
N ao teve dúvida este menino-homem
U m dia resolveu amar
N ao escondeu seu querer e
O pai de família foi se tornar
F ilhos grandes, ainda os enxerga como pequenos
E le não podia ser diferente
R i a toa, quando deles se lembra
R elembrando a si mesmo muitas vezes
E mbora diga que não.
I sso é coisa de pai babão
R ir para não chorar de emoção.
A mor de paizão!
N esse homem que conheci
U m lugarzinho me chamou a atenção
N o seu coração
O uvi e nele me acolhi
F ui aos poucos aprendendo
E admirando cada dia mais
R elutei em ceder
U m dia resolveu amar
N ao escondeu seu querer e
O pai de família foi se tornar
F ilhos grandes, ainda os enxerga como pequenos
E le não podia ser diferente
R i a toa, quando deles se lembra
R elembrando a si mesmo muitas vezes
E mbora diga que não.
I sso é coisa de pai babão
R ir para não chorar de emoção.
A mor de paizão!
N esse homem que conheci
U m lugarzinho me chamou a atenção
N o seu coração
O uvi e nele me acolhi
F ui aos poucos aprendendo
E admirando cada dia mais
R elutei em ceder
R esisti sem sucesso
E é esse homem
I nteligente e amigo, que para ele
R epito sem medos
A mor da minha vida, pra sempre quero ficar contigo
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